sábado, 8 de novembro de 2008

Pessoas saudáveis têm mais condições de contribuir para formar pessoas saudáveis..Dr..Augusto Cury

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Só pessoas sensíveis como ele nos colocam no pódio da educação...

*Como pesquisador da complexa inteligência,não me curvaria diante de nenhuma autoridade política e de nenhuma celebridade,mas me curvaria diante de todos os professores e alunos do mundo.São eles que podem mudar o teatro social.São atores insubstituíveis.Dedico humildemente O código da inteligência a cada um deles...*

Já adquiri o meu exemplar,e a dedicatória não foi só p mim...Mas para Você Professor Pacheco .Olha aí o que veio no meu livro*Ao Amigo Prof José Pacheco,você é uma estrela no teatro da educação*Augusto Cury

Fiquei feliz por ser a mensageira de tal recado...Um gde abraço fraterno Dr Augusto Cury

Recebi este texto e resolvi dividí-lo:Professora Denise da Silva Bícego de Barros

Leciona Inglês para ed infantil e fund I.

A Sensibilidade de um Homem Vendedor de Sonhos...

PALESTRA : AUGUSTO CURY
08/11/2008

Sei que é impossível conseguir reportar grandiosa fala e presença do nosso querido Dr. Augusto Cury. Mesmo assim, eu, com minhas limitações e longe de achar que sei uma vírgula do que ele sabe e é, mas com muita boa vontade e esperança, tentarei passar algumas idéias que consegui anotar durante a palestra. Foi muito complicado ouvir, assisti-lo e tentar escrever, pois cada fala dele fazia borbulhar em nós sentimentos que, sem perceber nos tomava conta, deixando-nos emocionados, outra hora estáticos, ou pensativos, enfim, nos fez mergulhar profundamente em nós mesmos, nos pensamentos e nas belezas da vida.
Logo no início da palestra, ele diz mais ou menos assim:
"Muitos se curvam diante de reis, mestres e outras tantas grandes autoridades... Mas eu, humildemente um simples homem e ser humano, me curvo diante de vocês todos da platéia e agradeço muito pelo carinho e presença aqui..."
Em seguida ele pede para que caminhemos com ele numa linda história pra dentro de nós mesmos, deixando pra trás as mazelas e vislumbrando as belezas e perfeições que temos em nossas vidas.
Diz que precisamos fazer uma mesa redonda com os nossos medos, encará-los de frente e deixar o Eu sair da platéia para ser o ator principal da nossa história. O Eu precisa reunir com tudo aquilo que nos controla e direcioná-los. Só assim, seremos donos de nossas vidas, tomaremos as rédeas e nos guiaremos por caminhos melhores.
Ah! O encantamento!... Onde anda nossa admiração pela vida? Pelo belo, pelo simples... É preciso se encantar com a existência para não nos transformarmos em meras máquinas, reprodutoras de conhecimentos, escravos do sistema.
Falou para encararmos nossos medos e ensinar nossos filhos e alunos a virarem a mesa dos medos deles, se tornando resistentes às ditaduras de colegas, estética e outras mais impostas pelo sistema.
Para isso, nós temos que fazer uma higiene mental, cuidar da nossa mente, como o nosso corpo, ela também precisa de cuidados. Precisamos ter um Eu que perdoe, que compreende, pois muitos vão errar conosco em nosso caminho, mas ao invés de revidar, precisamos perdoar entender, pois também são vítimas do sistema em que vivemos.
Dr. Cury disse que devemos ser líderes da nossa história. Um líder só é digno de ser líder, se aprender a se fazer pequeno e a fazer dos pequenos, os grandes. Precisamos apostar em quem não merece. Dar tudo o que temos aos que nada têm. Temos que nos colocar aos pés dos pequenos.
Uma sociedade que aplaude apenas aqueles que vão pro pódio é uma sociedade doente, pois a minoria irá e muitos dos que não vão fazem tanta ou mais história no anonimato do que os que foram.
Precisamos aprender a nos colocar no lugar doa outros. Isso é ir além dos sons e das imagens. Enxergar o que está oculto e não simplesmente julgar pelas aparências, pelo que vimos e ouvimos. Pois muitas vezes o que ouvimos nos engana. Isso porque dificilmente conseguimos raciocinar bem numa situação de stress e tensão.
Nunca espere que uma pessoa raciocine num momento de alto stress. Isso é impossível, pois sob pressão podem se abrir janelas killers na mente e bloquear todas as outras das sensatas, as do equilíbrio.
Jesus perdoou a humanidade e seus agressores porque percebeu que estavam presos nas janelas killers do preconceito.
Como o mundo está carente de perdão, de humildade, de tolerância, de sonhos... Formamos grandes doutores, mas as pessoas saem das universidades despreparadas para a vida porque passamos somente a informação para elas. E a informação gera um poder que não percebe o outro.
Uma professora pressionando um aluno em grupo o aprisiona nas janelas killers da sua mente. Isso pode acontecer numa fração de meros cinco nós que mudam a história desse aluno, pois ele nunca mais pode conseguir falar em grupo.
Ao contrário, se ela o elogiar, incentivar, acreditar que ele é capaz, a história se inverterá. O poder do elogio e da valorização do EU é muito mais importante que o poder da pressão.
Estamos cometendo um grande erro por não ensinar teorias que levem a compreender o processo da construção dos pensamentos nas escolas.
"Educar é estimular o EU a ser altruísta e solidário, inclusive consigo mesmo."
Aceite seus erros, assuma-os. Faça deles um aprendizado. Nossos erros podem ser nossas grandes oportunidades na vida.
Dê estrelas para quem você ama. Seja criativo, se humanize. Diga para as pessoas o quanto elas são belas e importantes pra você.
Conquiste primeiro o território da emoção e em segundo o da razão. Primeiro elogie, depois fale do erro. Assim, a pessoa estará com as janelas corretas da mente abertas para ouvir e raciocinar.
Seja flexível. Surpreenda. Prometa para si mesmo nunca mais dançar a valsa da vida com as pernas engessadas...
Não dê broncas e conselhos mil. Ao invés disso, fale de suas derrotas para que o outro entenda que ninguém é digno de seu pódio se não souber trabalhar seus fracassos.
Exercite a resiliência: aprenda desenvolver capacidades de suportar seus limites, suas frustrações, seus erros.
O sofrimento só nos faz crescer quando nosso EU toma conta de nós, aprende a reciclar nossos pensamentos, criticar nossos medos.
Faça uma revolução intrapsíquica: Uma revolução da memória através do treinamento psíquico, com a técnica DCD:
D U V I D A R
C R I T I C A R
D E T E R M I N A R
OBS.: Na espécie humana, o medo é aprendido, não vem do código genético. Então, todo medo que nossos filhos têm, foram passados por alguém, na maioria, por nós mesmos.
Nossa sociedade, principalmente os jovens e as crianças, estão doentes, sofrem de SPA:
S Í N D R O M E D O P E N S A M E N T O A C E L E R A D O
Essa síndrome é gerada pelo excesso de informações e de atividades que recebem diariamente.
Estudo, esporte, cultura, tudo é bom, mas não de uma vez. Precisamos ter tempo para nós, nossas crianças precisam ser crianças, precisam brincar de maneira criativa, aprender a ficar sem fazer nada, a parar, refletir, a admirar a natureza, as coisas simples. O excesso de atividades é um grande problema hoje.
O EU é o gestor do intelecto. Ele é um fenômeno consciente. Os fenômenos inconscientes, atores coadjuvantes do EU são:
JANELAS DA MEMÓRIA - noção espacial GATILHO DA MEMÓRIA – auto compreensão no processo de comunicação AUTOFLUXO - idéias e imagens mentais
Quando alguém agir de forma incorreta com você, não revide e nem abra janelas killers na mente. Aprenda a se perguntar.
Quem? , Por quê? , Qual a natureza dessa ofensa? , O que tem por trás dessa pessoa? , Qual será sua história?
- Aprenda a proteger a emoção;
- Não exija das pessoas o que elas não podem dar (lembre-se: primeiro elogie ou silencie e só depois critique)
- Doe-se e diminua as expectativas em relação aos outros. Não espere nada em troca.
- Selecione suas atividades. Não viva em função da quantidade de informação;
- A beleza está nos olhos de quem vê;
- Não precisamos ter uma história saudável para sermos saudáveis. Basta criar uma plataforma na mente para sobrevivermos ainda que na mazela;
- Seja um grande vendedor de sonhos (sonhos não são desejos, são projetos de vida).

Sei que não escrevi nem a metade do que ele nos passou, mas antes pouco do que nada.
Por fim ele termina dizendo mais ou menos assim: "Que quando eu me encontre repousando num túmulo, que todos se lembrem de mim, não como um doutor, mas como um humilde homem, apaixonado pela humanidade..."
Até hoje não voltei ao meu normal e, creio que isso nunca mais aconteça, pois muita coisa mudou dentro de mim, pra melhor, é claro. Além disso, suas palavras soam forte no meu peito e quero colocá-las em prática, no meu dia-a-dia, em minhas metas, em meus planos de vida, construindo meus sonhos e, quem sabe, até vender alguns. Rsrs!!!


terça-feira, 21 de outubro de 2008

fotos encontro Românticos Conspiradores encontro do dia 13/09

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Carta de Princípios/Românticos Conspiradores SP

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Rede Românticos ConspiradoresCarta de Princípios do Núcleo São Paulo“... é preciso afirmar que há, no Brasil, muitos professores que dão sentido às suas vidas, dando sentido à vida das crianças e das escolas. Sinto-me um privilegiado por, após três décadas de trabalho numa escola que ousou provar que a utopia é realizável, encontrar no Brasil tanta generosidade e responsável ousadia.” (1)O movimento Românticos Conspiradores constitui-se de uma rede colaborativa formada por pessoas que militam pela transformação da Educação Pública (2) . Nossa finalidade inicial é a de promover a comunicação e o apoio mútuo entre pessoas, organizações e projetos que tenham por objetivo contribuir para a superação dos arcaicos paradigmas educacionais vigentes.Somos pessoas conscientes de que os modelos educacionais e as práticas educativas possuem decisivas condicionantes sócio-culturais. Este fato exige que, para a transformação da Educação, tenhamos de ultrapassar seu âmbito restrito, englobando as dimensões sociais, políticas e culturais.Temos a convicção de que a Educação atualmente praticada não contribui para que as gerações futuras tenham condição de superar os cruciais desafios postos para e pela humanidade. Mais do que isso, essa educação acaba por incentivar a formação de pessoas que tendem a reproduzir o modo de pensar, sentir, agir e viver que produziram tais desafios. Para que os atuais paradigmas educacionais possam ser superados é necessário estabelecer novas concepções que apontem formas alternativas de pensar, estruturar e praticar a Educação.Tendo como síntese de nossa visão o trinômio autonomia-responsabilidade-solidariedade, apresentamos nossos princípios gerais, assim como alguns exemplos de seus desdobramentos educacionais. A finalidade é tanto orientar a ação dos membros da rede Românticos Conspiradores como esclarecer àqueles que queiram participar ou formar novos núcleos. São estes princípios que, a nosso ver, devem fundamentar a vital transformação da Educação, para que esta possa corresponder às necessidades das pessoas e das sociedades contemporâneas.1. Educar para a IntegralidadeA educação deve contemplar a humanidade dos educadores e educandos em sua totalidade, sendo coerente com a indivisibilidade das dimensões biológica, mental e espiritual de cada pessoa. Assim como cada ser humano possui diferentes limites, possui também diversas potencialidades que poderão, ou não, ser desenvolvidas e expressas a partir das formações e transformações que ocorrem durante toda a vida. Para isso a educação deve ser um processo intencional, contínuo e transformador, que leve a integralidade e que repercuta durante toda a vida.Desdobramentos: educação integral (3), transdisciplinaridade, currículo aberto, aprender a conhecer-fazer-conviver-ser, educação continuada.2. Educar em Solidariedade A educação é um processo relacional, possuindo um caráter social que deve ser assumido nas práticas educativas. A solidariedade, mais do que um objetivo ético a ser atingido, é uma condição primordial para a realização do trabalho educativo. Portanto, este só se desenvolverá plenamente se considerar e incluir as diversas relações entre todos os atores envolvidos: educandos, educadores, gestores, famílias e comunidades. No caso da escola, é indispensável que abra suas portas à comunidade, a fim de constituir-se em pólo integrador e irradiador do saber e do esforço social pela educação, também cabe a escola incentivar a integração dos agentes e espaços comunitários a esse mesmo esforço.Desdobramentos: comunidade educadora, docência compartilhada, ensino-aprendizagem colaborativo, pedagogia de projetos.3. Educar na DiversidadeA educação deve contemplar a originalidade e a criatividade das pessoas, valorizando a diversidade humana em todos os seus aspectos: físicos, psicológicos, culturais, etc. As práticas educativas devem ser coerentes com o fato de que as pessoas aprendem melhor segundo seus interesses e motivações, em diferentes ritmos e de diferentes formas. A noção de educação na diversidade, associada aos conceitos de integralidade e solidariedade, permite o reconhecimento tanto de nossas singularidades quanto das nossas igualdades, resultantes de nossas condições humanas e socioculturais. As diferenças, nesse contexto, devem ser consideradas como algo inerente ao ser humano, rompendo-se a lógica binária que nos fragmenta em “iguais” de um lado e “diferentes” de outro.Desdobramentos: educação inclusiva (4), pedagogia da escuta, ensino não seriado, grupos multietários, educação para a paz, pedagogia da autonomia, educação multicultural.4. Educar na RealidadeA educação deve servir para a melhora objetiva da realidade na qual ela ocorre, contribuindo para o chamado desenvolvimento local. Para tanto, ela deve ser contextualizada, integrada à vida dos educandos e de suas comunidades, aberta para a troca de experiências e conhecimentos. A educação só possibilitará à pessoa atuar efetivamente na transformação da sua realidade se proporcionar condições de autotransformação. Em outras palavras, é somente através da promoção de aprendizagens significativas que a educação contribuirá para a transformação humana e social.Desdobramentos: contextualização, extensão comunitária, ensino ativo, aprendizagem significativa.5. Educar na DemocraciaA educação que prepara para a democracia deve se dar através de práticas não-autoritárias, que permitam a ampla participação de educandos, dos educadores, das famílias e da comunidade. Só é possível uma educação para a ação cidadã se a educação for pela e na ação cidadã. As práticas educativas promotoras da liberdade, autonomia, respeito, responsabilidade, eqüidade e solidariedade devem estar associadas aos princípios anteriores para permitir que atinjamos o objetivo maior da auto-responsabilização social (5).Desdobramentos: educação democrática, não-coercitiva, educomunicação, protagonismo juvenil.6. Educar com DignidadeA dignidade específica do ofício do educador é derivada da dignidade reconhecida na pessoa do educando. O educador deve ser cônscio do seu importante papel como agente social, assumindo sua missão como tutor dos educandos e facilitador de suas aprendizagens, entendendo que a educação deve ser solidária e coletiva e a aprendizagem um processo de dupla-via – entre o educador-aprendente e educando-ensinante. O tão almejado resgate da autoridade e a revalorização social e profissional do educador passam, necessariamente, pela reformulação das formações iniciais, pela reflexão e atualização permanente das práticas educativas e, principalmente, pela constante busca da coerência entre o fazer pedagógico e as necessidades educacionais dos educandos, suas comunidades e das sociedades em geral._____________________________________________(1) José Pacheco, As Escolas Invisíveis, jornal Folha de São Paulo, novembro de 2005.(2) A educação pública é por nós entendida como aquela voltada para a população em geral, seja ela de caráter estatal ou privado.(3) A educação integral é vista aqui como aquela que considera as diversas dimensões da experiência humana: sensorial, cognitiva, emocional, moral, ética, política, cultural, estética, artística, etc.(4) O termo educação inclusiva é aqui utilizado com ressalvas, uma vez que seu uso só faz sentido em um contexto excludente.(5) A auto-responsabilização social refere-se à conscientização de que os contextos sociais são responsabilidade de todos e de cada um, visando que as pessoas e comunidades tenham condição de se apropriar das suas realidades e transformá-las.
Assinam esta Carta e assumem estes Princípios:
Adriana Aparecida de Castro Albertina (Tina) da Assenção Madureira RodriguesAlfredo GiorgiAna Maria Neves CamposAngelo Lourival RicchettiCarla LamDaniela de Almeida Bittencourt MoraesDora IncontriEdna Aparecida dos Santos DomingosElaine Naldi MartinsGumercindo (Guga) DoreaLuci Castor de AbreuLuiz de Campos JuniorMaria Cláudia Viera FernandesMaria Lucinda C. R. MoraisMaria Luiza GasparMaria Teresa da Silva Teixeira PintoMaria Veridiana (Veri) CamposPaula Cristina de Melo FutadaSimone Alcântara FreitasSimone Alonso Kishiue Suely CostaValéria Araújo Drigo

Reunião Conspiradores Romanticos da Educação

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Participaram do encontro:Adriana de Castro, Albertina da Assenção, Ana Maria Neves, Angelo Lourival Ricchetti, Cândida M. B. Mottecy, Carla Lam, Célia Elizabeth Carmignani Mitne, Cirena Calixto da Silva, Clarete Zandrajch, Eloisa Ponzio, Gumercindo Rocha Dorea Filho (Guga), José Antonio Lofrano, Jovelina Magalhães, Luiz de Campos Jr., Maria Lucinda Coelho, Maria Teresa da Silva Teixeira Pinto, Natália Godoy Rodovalho, Regina Inês da Silva, Rosa Cleide Marques, Simone Alcantara Freitas, Suely Costa, Valeria Araujo Drigo, Valquíria Regina FagundesNo dia 13 de setembro de 2008, das 14h30 às 18h30, realizou-se a 5ª reunião do Núcleo de São Paulo, na Escola Espaço Aberto, na Vila Mariana. Presentes 24 pessoas, incluindo representante do núcleo de Santos. Coordenação de Luiz de Campos. Foi distribuído o boletim Românticos Conspiradores - Informativo do Núcleo Regional São Paulo, ano 0 - número 1- setembro de 2008, com contribuição de Ana Maria Neves, Carla Lam, Guga Dorea e Luiz de Campos Jr. Texto sobre Princípios do conspirador Guga; e a Capa e contra-capa com trecho da introdução da dissertação de mestrado de Denise K.P. Furgeri, Do enorme ao pequeno, do dizer à escuta, do prescrever à leitura: Lugares de constituição de uma Orientadora Pedagógica, Unicamp, 2001 e os textos internos são Reflexões sobre a Discussão no Fórum, de Guga Dorea. Teresa leu trechos e recitou poesia de Jacob Levy Moreno, parte do livro As Palavras do Pai, Editorial Psy, Campinas, 1992.Carla fez balanço quantitativo das participações no fórum de debates para a elaboração da Carta de Princípios. Luiz reuniu as idéias apresentadas no Fórum sobre a Carta de Princípios, agrupando-as em sete tópicos: 1. Originalidade e Criatividade do Ser Humano; 2. Construção da Humanidade; 3. Democracia, cidadania e auto-responsabilização; 4. Contextualização; 5. Currículo e Ensino; 6. Relação professor-aluno; 7. Trabalho em equipe, voluntário e remunerado.Discutiu-se o modo de trabalharmos naquele momento estes tópicos. Levantados as seguintes interrogações/cuidados: amanhã, no futuro, quando não estaremos juntos, como aqui e agora, como vamos lidar? Como vamos agir? O que faremos a partir de 2009? (Rosinha); Os contextos são diferentes, As ações são diferentes. É preciso saber o que o outro pensa. O que é comum para o grupo, o que o grupo acredita? Qual a concepção que temos sobre Educação e quais os princípios dessa concepção? (Valquíria). Luiz lembra que colocou no Fórum o tópico Educação, com algumas idéias, porém não teve retornos. E passou em seguida a leitura de tópico por tópico. Para o 1. Originalidade e Criatividade do Ser Humano - Sueli acrescentou o princípio da Simplicidade e Objetividade. Valéria falou de sua vontade de trabalhar para reacender a paixão do professor no seu relacionar. Colocou o principio da Simplicidade e Paixão. Lucinda completou a idéia com sua dedicação ao resgate da paixão dos professores desiludidos. Na leitura do tópico 2. Construção da Humanidade foram feitas as seguintes colocações: acrescentar a dimensão Espiritual (Teresa); a disciplina dos Sentidos (Sueli); resgatar o “cheiro” da Educação, o “ouvir”, desligar o piloto automático...(Adriana); procurar ver o mundo sempre de jeitos diferentes, porque a criança é isso que busca, procurar os significados, apaixonar-se sempre (Alberto). Os demais tópicos foram lidos por Luiz sem que houvesse alterações aos princípios que os compõem. Exceção ao tópico 7. Trabalho em equipe, voluntário e remunerado para que se acrescente a Paixão (trazida por Valéria). Luiz sugere que a Carta de Princípios acompanhada de uma Carta de Intenções. Valquíria diz-nos que Princípio é Semente, algo que nos unifica; Alberto diz que é um Começo. Após pausa para café, Carla e Lucinda apresentaram situação de inscritos no Fórum e quais critérios para a participação de novos nas reuniões presenciais: primeiro se inscreverem, consultarem blogs e receberem convite pessoal. Apresentaram, em seguida, aqueles que estavam pela primeira vez em reunião presencial: Natalia; Adriana de Goiânia que diz “A arte de educar é como fazer as aparas do conhecimento como as aparas dos espinhos de uma rosa para não machucar quem vai recebê-la, preservando a beleza humana.”; Beti de São Paulo psicóloga, Zé António de Guachupé, Minas Gerais, psicólogo, professor universitário; Jovelina de São Paulo, Cirena, coordenadora pedagógica de escola pública de Guarulhos e Valéria, estudante de Pedagogia, de São Paulo. Lucinda em seguida propôs que as pessoas formassem grupos de 2/3 para aprimorarem o (s) tópico (s) que tenham interesse, e/ou criar novos. O que foi feito e compromissado a discutirem entre si para o resultado ser colocado no Fórum até dia 28 de setembro. Luiz disponibilizará tópicos e textos de apoio no Fórum. Marcada próxima reunião para dia 11 de outubro, sábado, das 14h30 às 18h30, local a definir. Lembrou-se que necessário será elaborarmos Carta de Intenções. Carla avisou que recebe apoio para elaboração de informativo. Terminou-se a reunião com leitura de poema de Arnaldo Antunes, trazida por Guga, e uma dança circular do nordeste brasileiro.Memória foi elaborada por Maria Teresa Teixeira.
 

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