Há uma contradição entre a escola que educa para acumulo de informações, que guarda informações e uma sociedade que quer a reação destas informações. Portanto, é importante transformar o sistema educacional para ensinar com vivencias ligadas à realidade do aluno e acabar com este sistema que poda ou tira o prazer de aprender.
Vale lembrar que a memória mecânica busca atualização, então não guarda dados anteriores, por isso a necessidade de se fazer um paralelo entre a memória mecânica com a memória de compreensão em que o professor passe do grande conhecedor para o facilitador que se posiciona como modelo. O professor é um modelo para seu aprendiz seja positivo ou negativo, como sabemos um exemplo vale mais que qualquer palavra.
O interessante é que na criança a aprendizagem ocorre através da observação, experiências e imitação e o adulto é seletivo só aprende o que interessa. A partir daí percebemos a utilização das informações que adquirimos e que não alcança o verdadeiro objetivo de se adquirir conhecimento. Vemos uma base educacional que não proporciona ao educando saberes necessários para ser agente de sua própria história, não se formula experiências e nem se adota critérios para preparar o aprendiz para um mundo opcional. O adolescente não foi capacitado para pensar e nem se coloca ênfase nas atitudes das crianças valorizando-as em suas experiências coletivas no espaço/escola.
*Não se deve dar o peixe, mas ensinar a pescar*É preciso ensinar como agir com o computador e não a matéria de computação na sala de aula ou dar significado a aprendizagem para que se possa educar para o futuro.
quinta-feira, 31 de julho de 2008
Assinar:
Postar comentários (Atom)




0 comentários on "O papel da escola para a vida."
Postar um comentário